builderall

Chapecó, SC,  11 de Agosto de 2026
Caro mestre!
Sergio Boffette
Rogerio e sua historia
Eu venho de família italiana, meu avô Victorio De Conto, veio da Itália ainda criança, da província de Treviso, sempre gostou de vinho, tinha seu parreiral, onde produzia seu próprio vinho, sem técnica apenas com o conhecimento da pratica, mas era assim naquela época.
Meu pai Danilo de Conto, também manteve a tradição de fazer seu próprio vinho, com o passar dos anos os filhos foram crescendo, não tendo tempo e nem dedicação com as uvas. Anos que era de muita chuva, elas não amaduravam bem, anos que tinha muito sol amaduravam bem, mas as abelhas estragavam.
Vendo que o vinho não ficava bom, e a produção de uvas demandava tempo, acabou abandonando o parreiral, e manteve só uns pés de uvas para o consumo da fruta, deixou de fazer vinho.
               Minha história sobre produção de vinho começou, quando não conseguia encontrar um vinho artesanal ou colonial que fosse bom.
          Entre os anos de 2019 e 2020, meu sogro tem uns pés de jabuticaba e produziram muita jabuticaba, eu tive a ideia de convidar ele para fazer vinho de jabuticaba, sem muito conhecimento só apenas o conhecimento que tive do meu avô e meu pai, um pouco do conhecimento sobre fabricar vinho de uva de meu sogro, fizemos o vinho, mas sem equipamento totalmente manual, não ficou ruim, mas nem bom.
          Naquela empolgação junto com meu sogro, no porão da casa dele, pois tem um lugar ótimo para fazer vinho, tivemos a ideia de fazer vinho de uva. Compramos as uvas de comerciante que trouxe a uva e desengaçou para nós onde tinha a máquina em cima do caminhão, novamente sem utensilio, tudo improvisado, também não ficou bom.
          No ano seguinte comecei a estudar, procurar conhecimento, dicas, filtrar todas as formas que me ensinavam, até encontrar um site de vinhos artesanais do professor Sergio Boffette, onde comecei a entender o processo.
          Quando o mosto começa a fermentar, no início da separação das cascas que o suco da uva está bem doce lembro de minha avó, que molhava o pão fresco assado+ em forno de tijolo nesse suco que ela chamava de vinho doce.
          Já tendo um pouco de conhecimento, adquiri os utensílios adequados, e dedicação o resultado começou a aparecer.
          Hoje faço meu próprio vinho e comercializo para os amigos algumas garrafas.  
          Agradeço ao mestre Sergio Boffette, que teve a feliz ideia de compartilhar seus conhecimentos, desejo a ele todo o sucesso, pois graças a ele que hoje consigo fazer o meu hobby e degustar um produto elaborado por mim.